Caminham sob ecos de velhas promessas
Esperando que algo venha os salvar
Mas o tempo exige nova consciência
É hora de agir, de se transformar
Os limites são sombras que criamos
Nenhum caminho está escrito na pedra
Olhe pra dentro, ouça a voz antiga
O destino é forjado na chama da vida
Expandir a mente, sentir o fluxo
Ser mais que o medo que nos envenena
A liberdade não desce dos céus
É o peso e a força dos punhos erguidos
Dos punhos erguidos!
Dos punhos erguidos!
Dos punhos erguidos!
Dos punhos erguidos!
O que nos prende já não nos define
O erro ensina, mas não nos corrói
O divino não mora no alto
Mas vibra no sopro que move a vida
Mas vibra no sopro que move a vida!
Mas vibra no sopro que move a vida!
Mas vibra no sopro que move a vida!
Mas vibra no sopro que move a vida!
Afastaram-se da base, esqueceram a luta
Aderiram ao sistema de prática corrupta
Aliaram-se ao inimigo, negociaram a rendição
Venderam o povo
Esquerda liberal
A figura da eterna reconciliação
Queremos mudança
A revolução brasileira
Querem reconciliar, dizem ser o único caminho
Mas fortalecer o inimigo nunca fez sentido
Nunca fez sentido…
Esquerda liberal
A figura da eterna negociação
Queremos mudança
A revolução brasileira
Marginalizam nossos movimentos
Sua violência nos encurrala
O que nos resta é a luta pela vida
E nunca a reconciliação
E nunca a reconciliação…
Esquerda liberal
A figura da eterna negociação
Queremos mudança
A revolução brasileira
Reconciliação é o caralho!!!
Ainda carrego as dores dos meus ancestrais
Meu corpo ainda sangra
Sob a mesma violência de séculos atrás
Cicatrizes da infância que o tempo não apagou
Desigualdades sociais que despedaçam a esperança
Pressão familiar, estresse diário sufoca sem cessar
Na multidão, a alma insiste em te isolar
Esperam que você sorria
Mesmo quando dói
Cobram que seja forte
Mesmo não estando bem
Projetam expectativas
Que nunca foram suas
E ser você mesmo parece errado
Dizem ser loucura
Mas é só sua essência
Tentando escapar
Eles só vêem de fora
Te apontam, te julgam e comparam
E você se perde
Tentando agradar
Sorrindo – Em seus olhos, o vazio
Sua alegria morreu
Com as verdades que negou
Consumido pelas mentiras que vive
Desmoronando…
Não há mal maior
Que distanciar de si mesmo
Do que buscar no externo
A força do seu interior
Ser de verdade
É desobedecer
É rasgar o papel
Que escreveram pra você
Ouvir o próprio coração
Reconectar consigo
Pra se reencontrar
Recomeçar não é fraqueza
É ter coragem de enfrentar
O que você se tornou
Não existe vitória
Em se encaixar no molde
Que sufoca
O que você sente
A liberdade começa no instante em que você
Para de pedir permissão
Seja a voz que te acolhe
Quando o mundo quiser te calar
A tua dor não te define, te lapida
No escuro você se refaz em silêncio
Agora levanta, com os ossos marcando o ritmo da sua verdade!!!
Recomeçar…
Recomeçar…
Seu império em declínio
Não tem poder sobre nós
Rexxpeita nossa soberania
Ela resistirá aos seus ataques insanos
O mundo girou
Sem pedir a sua permissão
E apesar da sua arrogância
Forjamos novas alianças
Suas guerras disfarçadas de apoio
Seus pactos guiados por ganância
Não nos confundem
Só aceleram seu fim
Aceita!!!
O tempo do domínio acabou
A mudança chegou
E não vai regredir
Respeita nossa soberania!!!
Não é mais o tempo da submissão
O mundo não tem um imperador
Sua hegemonia ruiu
E apesar da sua arrogância
Forjamos novas alianças
Suas guerras disfarçadas de apoio
Seus pactos guiados por ganância
Não nos confundem
Só aceleram seu fim
Trump e big techs
Somos soberanos, esquece
Trampamos há anos
“Cês” fica com medo enquanto o BRICS cresce
Visão pra esses pisão que se diz…
Patriota, mas só lambe bota e nóis com o pé na porta
O mundo gira, o jogo vira e “ucês” capota
Nação em transformação, informação
Sou caramelo, não sou vira-lata, não dou a pata
Mordendo a águia até que um dos dois se mata, saca
Prisão pra golpista cuzão, reaça
Não daremos anistia
Se tu feriu a democracia
Filho da puta à luz do dia
Tornozeleira é ironia
Paz para o povo
Guerra aos senhores
Não há paz no silêncio
Só na denúncia
Na revolta
Por cada vida
Organizaremos nosso ódio
Na união
O povo resistirá!!!
Guerra ao sistema
Guerra aos senhores
Poder para o povo
Guerra ao sistema
Guerra aos senhores
Poder para o povo
Nos querem de joelhos
Mas erguemos os punhos
Não seremos subjugados
Lutaremos por justiça
Contra a tirania
O povo triunfará
Guerra ao sistema
Guerra aos senhores
Poder para o povo
Guerra ao sistema
Guerra aos senhores
Poder para o povo
Paz para o povo
Guerra aos senhores
Guerra!!!
Aos senhores!!!
Guerra!!!
Senhores donos do capital e do Estado
E seus métodos sujos…
Políticas são feitas para garantir lucro,
não dignidade.
Quem fala em “ordem” e “mercado”
está sempre a serviço das elites,
retirando direitos da classe trabalhadora
para garantir seus ganhos.
Não existe neutralidade,
é escolha política.
Precisamos organizar nossa indignação.
Juntos, somos mais fortes!
Ouço passos dos antigos
Dentro do peito
Sangue que entoa canções
Memórias incandescentes
Não preciso de templos
Nem de salvação
Meu chão é altar
Meu corpo, tambor
Na sombra, guardo vozes
Que jamais morreram.
Elas gritam em mim:
“Viva inteiro ou morra em pedaços.”
Somos a herança viva
Do que quiseram apagar
Que renasce em cada passo que ousamos dar.
Ouço passos dos antigos
Dentro do peito
Sangue que entoa canções,
Memórias incandescentes
Eu Não preciso de templos
Nem de salvação
Meu chão é altar
Meu corpo, tambor
Os antigos sabiam, os tambores contavam:
Que na sombra mora o espírito —
mensagem e cura
Não é fraqueza — é raiz
É o corpo que lembra,
é a voz ancestral que sussurra:
Queres ser livre?
Então encare o escuro:
o monstro és tu
Aceita
Ou vais ser arrastado
Não quero paz — quero verdade
A fuga te destrói
A aceitação te liberta
Os antigos sabiam, os tambores contavam:
Que na sombra mora o espírito —
mensagem e cura
Não é fraqueza — é raiz
É o corpo que lembra,
é a voz ancestral que sussurra:
Enfrente suas sombras e triunfe sobre a escuridão
Sem anistia!!!
Sem anistia!!!
Crimes punidos com privilégios
A ameaça se legitima
O mal se alimenta do medo
E cresce com a impunidade
Não vamos reiscindir no erro
Com o crime não se negocia
Os criminosos ainda são os mesmos
Que ainda ferem a democracia
Ainda está na memória
A ferida não cicatrizou
Perseguiram, torturaram e mataram
E ainda estão entre nós
Crimes punidos com privilégios
A ameaça se legitima
O mal se alimenta do medo
E cresce com a impunidade
Não vamos reiscindir no erro
Com o crime não se negocia
Os criminosos ainda são os mesmos
Que ainda ferem a democracia
Ainda está na memória
A ferida não cicatrizou
Perseguiram, torturaram e mataram
E ainda estão entre nós
Nunca mais!
A história condena os seus generais
Nunca mais!
A história condena os seus generais
Nunca mais!
Nunca mais!!!
Sem anistia!!!
Sem anistia!!!
Crimes punidos com privilégios
A ameaça se legitima
O mal se alimenta do medo
E cresce com a impunidade
Ainda está na memória
A ferida não cicatrizou
Perseguiram, torturaram e mataram
E ainda estão entre nós
Nunca mais!
A história condena os seus generais
Nunca mais!
A história condena os seus generais
Nunca mais!
Nunca mais!!!
Memórias surgem como sombras
Lembranças de um tempo de dor
O passado tentou me quebrar
Mas resisti
Reconheço as vozes que tentam me sabotar
Não são mais o meu destino
Eu atravessei meu umbral pessoal
E voltei mais forte que o aço!
Os fantasmas não me guiam
Eu me vejo, eu me observo
Eu aprendi a respirar
Eu ouço a minha voz
Eu me sinto mais vivo
Não me perco mais em velhas dores…
Você não tem mais poder sobre mim!
Meus traumas já não me aprisionam
Eu sou mais que toda essa merda
Eu Não me perco mais em velhas dores
Eu trilho o meu próprio caminho
Você não tem mais poder sobre mim
Eu carrego em mim a força dos antigos
Caminho firme, sem bagagens inúteis
A minha essência ninguém pode apagar
Você não tem mais poder sobre mim!!!
Caminham sob ecos de velhas promessas
Esperando que algo venha os salvar
Mas o tempo exige nova consciência
É hora de agir, de se transformar
Os limites são sombras que criamos
Nenhum caminho está escrito na pedra
Olhe pra dentro, ouça a voz antiga
O destino é forjado na chama da vida
Expandir a mente, sentir o fluxo
Ser mais que o medo que nos envenena
A liberdade não desce dos céus
É o peso e a força dos punhos erguidos
Dos punhos erguidos!
Dos punhos erguidos!
Dos punhos erguidos!
Dos punhos erguidos!
O que nos prende já não nos define
O erro ensina, mas não nos corrói
O divino não mora no alto
Mas vibra no sopro que move a vida
Mas vibra no sopro que move a vida!
Mas vibra no sopro que move a vida!
Mas vibra no sopro que move a vida!
Mas vibra no sopro que move a vida!
Nada pode ser mais palpável
Que um corpo negro no chão
Vitimado pela violência
De uma instituição
Criada pra nos oprimir
Existe pra nos matar
Atendendo aos interesses dos que nos querem mortos
Querem perpetuar a violência
Não contaram com a nossa resiliência
500 anos de genocídio
E ainda estamos aqui
E ainda estamos aqui
E ainda estamos aqui
E ainda estamos!!!
Somos parte fundamental
Da sua história
Nossa cultura, Religião…
Expressão do nosso maior legado
Continuaremos a luta
Por reparação
Não por vingança e sim
Por nossos ancestrais
Querem perpetuar a violência
Não contaram com a nossa resistência
500 anos de genocidio
E ainda estamos aqui
E ainda estamos aqui
E ainda estamos aqui
E ainda estamos!!!
Somos parte fundamental
Da sua história
Nossa cultura, Religião…
Expressão do nosso maior legado
Continuaremos a luta
Por reparação
Não por vingança e sim
Por nossos ancestrais
Laroyê Exu!!!
Estratégias antigas
Verdades inconvenientes
A história é testemunha
De repetidos ciclos de opressão
Pessoas infames constroem
Infinitas riquezas
Dividindo a população com mentiras
Que nutrem a ambição
A realidade se impõe
Vidas descartáveis nutrem sua ganância
Promessas vazias disfarçam o horror
Da aliança
Ideologia de mentiras
Vendidas como única solução
Uma arquitetura cruel
De controle e destruição
Religião, falsa promessa
Fé como mercadoria
Vendem a esperança
No altar da hipocrisia
Um eterno ciclo de violência
Sempre as mesmas ferramentas
Métodos, alvos, exploração
Sem limites
Pessoas subjugadas por existir
Nascem condenadas
A compreensão é o único caminho
Educação, a revolução
A solução é coletiva
A união, nos libertará
Nos libertará!!!!